WITTEMBERGUE MAGNO RIBEIRO, MAGNO RIBEIRO
MAGNO RIBEIRO
O poeta é um fingidor, finge tão completamente, que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente
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Mortes Invisíveis
Prosa Poética
28/03/26
Na Mesa dos Reais
Prosa Poética
09/12/25
Não Falte ao Instante
Prosa Poética
22/03/26
NÃO POR CERTEZA, MAS POR ESCOLHA
Prosa Poética
22/08/25
Não Somos Donos do Eco
Pensamentos
08/08/26
Nem Espetáculo, Nem Rotina
Crônicas › Filosóficas
15/09/25
Nem Sempre é Sobre o Que Procuramos
Prosa Poética
05/06/26
NOITES COM SOL
Prosa Poética
31/07/25
Nuvens por Fora, Perguntas por Dentro
Memórias
07/03/26
O Abismo Silencioso da Estupidez Organizada
Crônicas › Sociais
09/02/26
O Agora das Crianças
Prosa Poética
22/11/25
O Agora: Onde a Paz é Possível
Prosa Poética
21/03/26
O Amor Atravessa Oceanos
Poesias › Amor
05/08/26
O Amor, Esse Pequeno Infinito
Prosa Poética
29/11/25
O Barco e o Invisível
Crônicas › Filosóficas
05/10/25
O BARCO QUE CHAMAMOS DE NÓS
Prosa Poética
31/07/25
O Barulho de Dentro
Prosa Poética
18/04/26
O Choro de Messi
Prosa Poética
20/06/26
O DIREITO DE MORRER MENINO E POETA
Prosa Poética
24/08/25
O ENCONTRO DOS INVERSOS
Prosa Poética
01/08/25
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